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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

colesterol bom x colesterol ruim



Desde que foi identificado pela primeira vez, na década de 60, como um fator de risco para doenças cardiovasculares, o colesterol passou a ser medido por taxas padronizadas. O estabelecimento de parâmetros foi fundamental não só para o controle da saúde do doente, como para o desenvolvimento de estratégias de prevenção a infartos e derrames. De lá pra cá, os estudos científicos aperfeiçoaram os métodos de medição e reduziram drasticamente os níveis de colesterol considerados ideais.

Hoje, os métodos trabalham com dois tipos de colesterol o bom (o HDL) e o mau (LDL). O foco, porém, é o LDL, a molécula desencadeadora da formação das placas de gorduras. Quem tem histórico de doenças cardiovascular deve mantê-lo a 70 miligramas por decilitro de sangue. Quem nunca teve o problema, mas apresenta dois ou mais fatores de risco (ou seja, fuma, tem mais de 55 anos, é diabeticoe/ou hipertenso), podem Chegar a um LDL de 100. Os saudáveis devem ficar num máximo de 130.

A lógica das metas padronizadas, no entanto, começa a ser questionada. Já há um razoável número de especialistas que pautam o tratamento na qualidade de LDL a ser reduzida e não necessariamente com vistas a atingir esse ou aquele índice.

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