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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Igreja Ortodoxa



Vinte anos após o fim da união soviética, a Rússia aprova lei que devolve a igreja os bens confiscados pelos comunistas há nove décadas. Em 1917, quando eclodiu a revolução bolchevique na Rússia, a igreja ortodoxa já tinha 1000 anos de história, sendo a denominação cristã hegemônica nos países com 16000 catedrais, igrejas e mosteiros. Na escala de ódio dos comunistas, os clérios vinham logo abaixo do czar e sua família. O arranjo totalitário decorrente da vitória dos comunistas deu origem a União Soviética, primeiro estado a declarar como meta eliminação de todas as religiões e a adoção do ateísmo. Para alcançar o glorioso principio foi preciso matar milhares de sacerdotes e freiras, fechar os seminários e, demolir catedrais. Entre os bens confiscados pelo estado comunista na Rússia, que aboliu propriedade privada, estava todo o rico patrimônio da igreja ortodoxa.

Nove décadas depois, com a derrocada moral e material do comunismo ateu e a volta da Rússia e seus satélites ao regime democrático, parte dos bens estabilizados está sendo devolvida. Uma lei aprovada pela Duma, Parlamento Russo, e ratificada neste pelo presidente Dimiri Medvedev estipula que o estado tem dois anos, a partir de janeiro, para devolver prédios, terras, relíquias, obras de artes e arquivos pertencentes a organizações religiosas.

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