Os estudos comprovam que sim: vinho faz bem a saúde. Logicamente, com moderação. Pesquisadores americanos mostraram que bebedores moderados de vinhos vivem mais que os abstêmios.
Mas o ideal é o vinho tinto, que possui elementos antioxidantes. Para o consumo diário é permitido apenas de 14 a 42 gramas de álcool por dia, o que significa de uma a quatro taças. Os mesmo pesquisadores recomendam: o limite entre o consumo consciente e a dependência é muito estreito. É bom não abusar.
O sucesso do vinho deve-se, sobretudo, a um elemento químico chamado resveratrol que possui capacidade de causar proteção cardíaca e química. Esta substância está presente na casca da uva. Além dele, os polifenóis e os flavonóides estão presentes na fórmula que trazem benefícios à saúde do corpo. Juntos eles atuam no antienvelhecimento, que retarda o envelhecimento de vários tecidos, como o cerebral, muscular e o cardíaco, no combate às dores articulares , com características antiinflamatórias e analgésicas, na prevenção da doença de Alzheimer, alguns estudos na neurologia sugerem que o reveratrol evita depósito no cérebro de placas de proteínas tóxicas e na prevenção do câncer, com poder antioxidante combatendo os radicais livres.

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