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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O preço da felicidade


Dinheiro compra felicidade? Essa questão povoou por séculos a cabeça de pensadores. Nos últimos anos, dar-lhe uma resposta objetiva tornou-se um dos temas centrais da economia comportamental. Esse novo ramo do estudo acadêmico se vale da economia e da psicologia para compreender como os indivíduos reagem em seu cotidiano, a determinados acontecimentos e situações.

O bem-estar emocional cresce à medida que o salário aumenta segundo uma pesquisa americana. Mas só até um rendimento anual de 75 mil dólares. A partir deste valor, mais dinheiro não traz felicidade, o que no Brasil seria o valor de 83 mil reais, ajustado pelo câmbio e pelo poder de compra. Corresponderia a um salário de 6.400 reais mensais, incluindo o 13º.

Os americanos de baixa renda são mais insatisfeitos com seu dia a dia e sofrem mais intensamente com adversidades como doença e a solidão. Isso soa óbvio, assim como a conclusão de que o aumento de renda alivia as amarguras. Mas, o trabalho dos pesquisadores revela que o efeito efetivo positivo do dinheiro no bem-estar é ilimitado. Acima de 75 mil dólares anuais, o aumento da renda não contribui em quase nada para tornar mais frequente as experiências de alegria cotidiana.

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